E mais uma vez venho aqui escrever... Este Blog traz-me imensas recordações, daí a minha (tão grande) ausência. Sempre que aqui venho faço uma viagem dentro de mim. Venho aqui talvez quando a saudade aperta mais e quando preciso de dizer isso mesmo a alguém, só que, por motivos e razões várias, não consigo ou talvez não possa...
Sim, eu sei que já se passaram alguns meses, sim eu sei que já não devia sentir esta necessidade. O certo é que, por vezes, parece mais forte que eu.
Na semana passada voltei a sonhar com ele. Meus Deus, gostei tanto! Dá-me sempre um arrepio na pele só de pensar na imagem nele!
Há dias em que (não sabendo bem o porquê) ainda sinto. Ainda sinto as palavras, as emoções e os toques... Consigo acreditar que no fundo, nunca desaparecerás para sempre, nem nunca permanecerás no sempre. Mas por agora, ainda fico nostálgica e com sede do próximo episódio (que talvez nunca acontecerá). Por vezes. Somente por vezes.
Casa nº 13
Sinto por dentro aquilo que vai muito além da aparência...
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Bairro do Amor
Composição: Jorge Palma
No bairro do amor a vida é um carrossel
Onde há sempre lugar para mais alguém
O bairro do amor foi feito a lápis de cor
Por gente que sofreu por não ter ninguém
Onde há sempre lugar para mais alguém
O bairro do amor foi feito a lápis de cor
Por gente que sofreu por não ter ninguém
No bairro do amor o tempo morre devagar
Num cachimbo a rodar de mão em mão
No bairro do amor há quem pergunte a sorrir:
Será que ainda cá estamos no fim do verão?
Num cachimbo a rodar de mão em mão
No bairro do amor há quem pergunte a sorrir:
Será que ainda cá estamos no fim do verão?
Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu me compreendes bem.
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu me compreendes bem.
No bairro do amor a vida corre sempre igual
De café em café, de bar em bar
No bairro do amor o sol parece maior
E há ondas de ternura em cada olhar.
De café em café, de bar em bar
No bairro do amor o sol parece maior
E há ondas de ternura em cada olhar.
O bairro do amor é uma zona marginal
Onde não há prisões nem hospitais
No bairro do amor cada um tem de tratar
Das suas nódoas negras sentimentais
Onde não há prisões nem hospitais
No bairro do amor cada um tem de tratar
Das suas nódoas negras sentimentais
Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu me compreendes bem.
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu me compreendes bem.
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